
Há um tempo atrás, o SESC mais perto de onde eu morava. Incrustado na Lapa, foi segundo minha mãe meu passeio infantil de domingo. Vagamente me recordo de me sentir mínima diante da escala da fábrica em 1990 e poucos.
Há uma dinâmica de qualidade no espaço do SESC Pompéia de Dona Lina. Tanto a escala humana, quanto a arquitetônica são relevantes. É possível notar os usos pelas idades mais diversas, dos vovôs jogando no tabuleiro com direito á boneco sentado sozinho, morrendo de vontade de ter vida, de figurante; das crianças de alguma escola correndo e gritando, sonoramente, no deck de madeira ou na “praia paulistana”. Umas das exposições mais bacanas que fui, aOmbresetlumieres [sombra e luz], ilustra sem deixar de lado a diversão, provocando a curiosidade, e a interação direta e indireta, toda a discussão das projeções por meio das mídias. Acho que despertou ou aflorou muitas crianças por lá.





